Quando o assunto é vício, nem tudo é o que parece…

zooms-2942-0 Quatro grandes mitos sobre o alcoolismo

Ao sabermos que alguém é alcoólatra, muitos de nós temos uma imagem estereotipada da pessoa. A maioria tende a se esquecer de que ali há alguém precisando de ajuda, mesmo que não saiba. E imagem exterior diz muito pouco quando o assunto é abuso de bebidas. Quem menos imaginamos, homem ou mulher, jovem ou não, pode ser um escravo do álcool.

Há mitos sobre o alcoólatra nos quais, às vezes, o próprio viciado acredita. O Instituto Nacional para Abuso de Álcool e Alcoolismo (NIAAA, na sigla em inglês), órgão norte-americano que combate o vício, publicou sobre algumas dessas impressões erradas que temos, ajudando-nos sabiamente a ter uma imagem mais real do problema. Quatro deles são bem interessantes:

1.       Alcoólatras são pessoas fracas, mas podem sair do vício se realmente quiserem.
Nem sempre, para ambas as partes da afirmação. Segundo o NIAAA, o alcoolismo não discrimina suas vítimas, e ocorre em qualquer época da vida, em vários âmbitos. Ricos, pobres, jovens, velhos, bem-sucedidos, sem sucesso, homens, mulheres… A impressão de que todos os viciados são fracos não é exatamente verdade, conforme diz o instituto. Uma vez que alguém se torna viciado em certa substância, a química de seu cérebro é mudada, tornando-o fisiologicamente dependente. Falando num sentido puramente físico (pois espiritualmente as coisas são diferentes), essa é a causa de ser difícil para alguém largar tal substância, pois, como o corpo acha que necessita dela, os estragos podem ser grandes se ela simplesmente abandonar o álcool de repente. Por isso, sem um apoio espiritual, deixar de beber é mais complicado do que pode parecer a uma pessoa que nunca foi afetada pelo vício. De fora, a situação parece mais simples, mas não é. Reconhecer a gravidade de um problema é uma boa arma inicial para começar a vencê-lo e pedir a ajuda certa.

2.       Alcoólatras devem atingir o fundo do poço antes de melhorar.
Embora isso aconteça em alguns casos, nem sempre é verdade. Segundo o NIAAA, esse é um mito bem perigoso, pois muitos viciados morrem antes mesmo do tal fundo do poço. Por isso mesmo é importantíssimo procurar ajuda o mais rápido possível. Se um ente querido é vítima do alcoolismo, não espere que ele chegue ao fundo para incentivá-lo a procurar ajuda.

3.       Se alguém tem emprego e vida estáveis, não corre o risco da dependência.
É falsa a ideia geral de que os alcoólatras são pessoas “largadas” e incapazes. Muitos podem ter vidas aparentemente bem organizadas em vários âmbitos, apesar de terem graves problemas de dependência. Essa máscara de vida estável alimenta a ilusão de que a dependência não é grave e a pessoa não precisa de ajuda. Como foi dito sobre o mito anterior, não é preciso esperar a vida desmoronar para reconhecer o vício e procurar ajuda.

4.       Se alguém tem recaídas, nunca vai melhorar.
O NIAAA diz que a má notícia é a de que recaídas são comuns para muitas pessoas. A boa notícia, também segundo o instituto, é que mesmo após várias recaídas, ainda que indesejáveis e desagradáveis, muitos já conseguiram se livrar do alcoolismo. Como aqui podemos falar num sentido mais espiritual, a recaída é literalmente quando você cai numa tentação, embalada numa mentira de que, se você teve recaída, não vencerá. Obviamente, é sempre melhor resistir à tentação, como em qualquer outro caso. Mas a verdade é que a recuperação é possível. O NIAAA diz mais: a recaída pode ser um sinal de que o tratamento precisa ser alterado. São vários os tratamentos, e a recuperação é uma realidade para muitas pessoas todos os dias.

Libertação total

De posse das quatro dicas acima, analise se o alcoolismo é um problema presente em sua vida ou na de alguém próxima a você. A Reunião de Libertação é uma boa forma de se livrar desse problema que afeta a tantos, assim como de suas famílias e amigos, pondo em risco o bem-estar e até a própria vida. Não são poucos os que se livraram desse vício, como os muitos testemunhos mostram. A Reunião de Libertação acontece todas as sextas-feiras, às 7h30, 10h, 12h, 15h, 18h e 20h, em todos os templos da Universal no País. Pode ser o passo de que você precisa para ser realmente livre.

 

Universal.com

Compartilhe: