23eaf6993dfc015870da8da1a3768ee7

Chega um ponto em que não dá mais. Se você alcançou esse limite, saiba que não é o único a se perguntar: realmente vale a pena levar esse casamento adiante? Para você, e para todas as outras pessoas que já não suportam mais a situação em que vivem dentro de casa, os escritores Cristiane e Renato Cardoso, autores do livro “O Casamento Blindado 2.0 – Seu Casamento À Prova de Divórcio”, (foto abaixo) publicaram um vídeo na página da Escola do Amor, no Facebook.

Mas atenção! O casal ressalta que a mensagem descrita nesse texto é destinada apenas a quem já assistiu às duas mensagens anteriores. Se você ainda não as viu, clique nos links abaixo:

Agora, se você já assistiu às mensagens, as colocou em prática e, ainda assim, não obteve o resultado esperado, veja, a seguir, qual o momento certo para tentar fazer seu cônjuge reagir pela última vez.

A cartada final

De acordo com Renato Cardoso, a maioria das pessoas que segue as orientações das mensagens destacadas acima obtém a melhora em seu relacionamento. Por isso é preciso persistir durante alguns meses antes de decidir que nada funcionou e precisa dar a cartada final.

Se, ao final desse período, você mudou, mas o seu parceiro continua insensível às necessidades do casamento, é hora de exigir uma reação dele.

“Se você é uma pessoa problemática, o relacionamento está indo de mal a pior e aí você chega para a outra pessoa e dá o ultimato […] Esse ultimato não vai funcionar. Esse ultimato provavelmente vai acabar com o seu casamento. Mas quando você mudou e você se tornou uma pessoa muito melhor, uma pessoa valiosa, que a sua esposa não quer perder, que o seu marido não quer perder, então quando você força o outro a se posicionar com respeito ao relacionamento, ele ou ela vai ter que pensar assim: será que eu quero perder essa pessoa que tem sido uma pessoa tão boa para mim?”, explica Renato Cardoso.

Ou seja: primeiro é necessário corrigir os próprios erros e trabalhar na reconstrução do relacionamento, ainda que o cônjuge não faça o mesmo. Somente no momento em que você se torna o parceiro ideal é que pode cobrar uma reação do outro.

“Além de não ter dado mais razão para a outra pessoa reclamar, você agora, por ter se tornado uma pessoa muito melhor, aumentou o seu valor. Por isso ficará muito mais difícil para a outra pessoa querer te perder”, explica Renato.

A partir daí

Duas respostas podem surgir diante da exigência da mudança: ou a pessoa escolhe alterar seu comportamento e lutar pelo casamento ou ela se mostra verdadeiramente indiferente ao término.

“A razão diz que essa pessoa vai colocar a mão na consciência e dizer: eu tenho que mudar”, explica Renato. “Se você está com uma pessoa altamente egoísta, uma pessoa que está determinada a só tirar vantagem de você, se aproveitar de você, uma pessoa que não tem caráter e só está te usando enquanto puder para tirar a última gota desse bagaço de laranja, então ele ou ela não vai querer lutar pelo casamento e vai sair fora. Aí é o momento de você se valorizar. Aí é o momento de você realmente dizer: então, se você não quer, eu não permito mais que você continue me machucando nessa relação.”

Cristiane Cardoso explica que “quando a pessoa se retira do relacionamento, ela tira toda a acomodação. Então, agora se ela estava tirando proveito de você e você não está mais ali ela vai sentir a falta.”

Para Cristiane, “ela começa a dar valor àquilo que ela não tem mais. Isso é muito comum. Muitas pessoas só dão valor mesmo quando elas não têm. Quer dizer: às vezes, a única maneira de realmente mudar o seu parceiro é a separação. Não o divórcio, a separação para dar à pessoa aquele tempo para ela ver: realmente eu estou perdendo.”

Para saber mais como agir no relacionamento, participe da Terapia do Amor, todas as quintas-feiras. No Templo de Salomão, o encontro acontece às 10h, 15h e 20h. Para saber onde acontece essa palestra para a vida amorosa perto de você, clique aqui..

Confira a explicação completa do casal sobre o assunto:

Fonte

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*