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Violência doméstica: entender para combater

Desavenças e brigas. É assim que geralmente começa a violência doméstica. No Brasil, essa ainda é uma triste realidade, que independe de classe social ou grau de escolaridade. Segundo recente pesquisa realizada pelo Instituto Sangari, cerca de 90 mil mulheres foram assassinadas entre os anos de 1998 e 2010, destas 43,7 mil só na última década.

Ainda segundo o levantamento, 68% das mulheres usam o medo como a principal razão para evitar a denúncia contra a violência, pois os principais autores são parceiros e ex-parceiros.

Para ajudar mulheres que passam por essa situação, foi criado o Projeto Raabe, grupo da Universal que tem conquistado o apoio de autoridades para combater a violência contra a mulher. Recentemente, cerca de 18 voluntárias do grupo na Bahia, participaram de uma palestra na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), em Salvador.

Durante o encontro, os temas violência doméstica e os direitos assegurados pela lei Maria da Penha foram abordados. Também foram apresentadas formas de ajuda e orientação, buscando resgatar a dignidade e levar aos lares uma esperança de mudança.

Mas, há algum jeito de acabar com o medo de denunciar? Como por um fim à violência sofrida? E o que fazer se você foi vítima de agressão?

Os questionamentos acima foram feitos à palestrante Ananda Ferreira, assistente social que presta apoio a mulheres vítimas da violência, que deu algumas orientações:

Quando uma mulher sofre com agressões é necessário que ela vá até a Delegacia da Mulher, que funciona 24 horas, e relate o ocorrido. Ela será orientada sobre o que fazer. Ela pode também obter informações pelo telefone 180.

  • Em caso de estupro, não jogue as roupas fora, leve-as para a delegacia quando for fazer a denúncia. Se for o caso, você será encaminhada para atendimento hospitalar conveniado.
  • Quando o autor da agressão for desconhecido, procure guardar a aparência física, das roupas ou de outros detalhes que ajudem a identificá-lo.
  • Se puder, no momento da denúncia, traga seus documentos pessoais e endereço completo. Se possível, o nome e o endereço do autor do delito.
  • Evite andar sozinha por ruas poucos iluminadas e/ou movimentadas.
  • Geralmente as agressões ocorrem nos ambientes familiares. Procure ajuda para a solução de seus problemas, antes que se tornem insuportáveis.
  • Vale lembrar que os estupros em família não ocorrem repentinamente. Fiquem atentas ao comportamento de pais, companheiros, parentes e vizinhos, evitando o assédio que pode incorrer em violência sexual. Crianças e adolescentes molestados devem avisar uma pessoa de confiança para a tomada de providências.
  • Existem diversos serviços públicos e privados de ajuda à população, tais como Conselho Tutelar, Defensoria Pública, Serviços de Psicoterapia e outros que podem ajudar. Informe-se sobre eles na Delegacia da Mulher.

Para Rejane Moura, uma das participantes da palestra e também voluntária do grupo Raabe, encontros como esse são sempre um aprendizado. “No encontro na Delegacia da Mulher foi possível aprender cada passo do processo jurídico, com base na Lei Maria da Penha, para  uma mulher que rompe o silêncio e de alguma forma foi violentada. Foi de suma importância entender esse processo, para que possamos ajudar e encorajar as mulheres que, de alguma forma, sofrem ou sofreram a violência, seja ela sexual, intrafamiliar, entre outras”, disse ela.

Se você tem curiosidade em saber mais a respeito do projeto Raabe, clique aqui, ou procure um dos templos da Universal.

(*) Com informações do Raabe da Bahia

Projeto “Mães em Oração” é divulgado em Brasília

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Mais de 80 voluntárias do grupo Godllywood se reuniram, recentemente, em Brasília (DF) para divulgar o projeto Mães em Oração.

As voluntárias se dividiram em grupos e foram em hospitais e a rodoviária a fim de alcançar o maior número de mulheres e lhes falar sobre o projeto.

s mães abordadas ficaram admiradas com a proposta do projeto, que tem o propósito de reunir as mães para intercederem a Deus em favor de seus filhos.

Claudia Lima, mãe e responsável pelo projeto no Distrito Federal, explicou a importância de uma mãe em oração no seio familiar: “Mãe, sabemos o quanto você sofre quando seu filho não está bem, afinal, ele é um pedacinho seu e  é  natural querer proteger e cuidar dele. Lembra-se de quando você estava grávida, dos sonhos que tinha a respeito daquele bebezinho? Deus pode realizá-los” afirmou.

 

Helenice Pereira de Souza, uma das voluntárias, relata a transformação que ocorreu com o filho – que estava trilhando por caminhos errados – depois que aprendeu a interceder por ele em oração.

“Mudei-me para Brasília com meu filho quando ele era adolescente. Nessa época, o pai dele não estava mais conosco e eu, imediatamente, me preocupei em colocá-lo em uma boa escola e em trabalhar para nos sustentar. Eu achava que isso era o suficiente, até porque ele sempre foi um bom garoto em casa. Mas, depois de um tempo, recebi a notícia de que meu filho estava andando com uma turma de garotos que usavam drogas e eram violentos. A princípio não acreditei, mas comecei a reparar no comportamento dele. Conversar não adiantava. Tentei impor minha vontade, mas tudo ficava ainda pior. Quando já estava me desesperando, aceitei um convite  para ir à Universal e lá aprendi a confiar em Deus e a orar pelo meu filho. Os resultados não foram imediatos, mas, ao persistir, vi a transformação do meu filho. Ele se tornou meu melhor amigo. Hoje, oramos juntos. Ele é um homem de Deus. Esse projeto, “Mães em oração”, é maravilhoso. Vamos nos unir nesse propósito e creio que, em breve, todas terão uma história feliz como a minha para contar.”

Para saber como participar do grupo Mães em oração acesse o site http://www.maesemoracao.com/.